Como não falar de bordados?
Escrevemos anteriormente sobre esta arte secular que faz parte da nossa cultura e voltamos a fazê-lo.
O bordado permanece ao longo de gerações e está cada vez mais presente no nosso quotidiano, das peças religiosas ao vestuário e acessórios de moda.
Todos os portugueses conhecem os bordados de Viana do Castelo, da Madeira, dos Açores, da Lousã…dos humildes lenços dos namorados às luxuosas colchas de Castelo Branco ou às tapeçarias de Arraiolos. Existe uma série de regras que estes bordados têm de cumprir, dos desenhos às cores. Contudo, algo mudou e com a nova geração de criadores, surge o bordado livre.
Do tradicional à contemporaneidade, o bordado embeleza tanto o que vestimos quanto a decoração de interiores.
Tem sido longa a vida dos jeans com bordados e enfeites no mercado da moda. A tendência renasce. Aplicam-se enfeites e bordados sobre sacos, com frases, desenhos e ilustrações inspiradas na cultura popular. Aplica-se ponto e criam-se brincos, fitas… aplicações em t-shirts, vestidos, blusões e calçado. Linha por linha e tudo é pretexto para criar novos adornos!
Se, no nosso blog, falamos da utilização de bordadoras computorizadas que substituem o trabalho manual e que permitem a difusão desta forma de arte e transformá-la em negócio, vamos agora valorizar um elemento cultural que faz parte da nossa identidade nacional e que devemos preservar a todo o custo.
Por este motivo publicitamos aqui uma iniciativa da Câmara Municipal de Castelo Branco, o Concurso “O Bordado de Castelo Branco e a Moda”, cujo objectivo é “promover a utilização/aplicação do Bordado na moda, nas categorias de vestuário, acessórios e calçado, …”
Aproveitam as mãos para bordar! Ainda assim, não esquecendo as raízes, recordamos que uma boa bordadora computorizada ajuda a elevar a qualidade e rentabilidade do sector dos bordados.
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