O bordado é um negócio? Sem dúvida alguma. E está em expansão!
Quando parecia que o bordado já fazia parte do passado, visão de mulheres debruçadas sobre o regaço enquanto embelezavam com agulha e linhas de cores vivas peças de roupa únicas, preciosas, distintas umas das outras, obras de arte, eis que emerge e cresce ininterruptamente o fenómeno social do trabalho feminino fora de casa! Quem fica em casa para continuar esta tradição? cada vez é mais difícil encontrar quem faça trabalhos de bordado, que continua a ser procurado por quem quer personalizar e embelezar as suas peças de roupa.
A conjugação da falta de mão de obra e da procura abre o caminho para a mecanização: os bordados não são tão perfeitos, são repetitivos, mas são a um preço mais acessível que os manufacturados e por isso mais massificáveis.
Hoje temos à nossa disposição máquinas de bordar que produzem celeremente um trabalho perfeito e complexo. A autonomia, simplicidade e a rapidez de trabalho abriram novas perspectivas, criaram um novo setor de negócio: personalização através de bordados eletrotécnicos.
Recuperou-se a tradição do bordado para personalizar uniformes, casacos, coletes, blusas, aventais, que adquirem um excelente visual e a sua durabilidade é muito superior à da estampagem. As atuais bordadeiras computorizadas, como a Brother PR-655, relançaram a moda do bordado, revivificaram o bordado tradicional e desenvolveram um setor de negócio que não parou de se expandir.



