A Fabriprint está atenta aos sinais de evolução no mundo da impressão têxtil, razão pela qual voltamos a falar nos motivos para a crescente abrangência do mercado da impressão directa (DTG), ou seja, nos avanços tecnológicos marcantes dos últimos anos, estimulados pela criatividade sempre renovada do meio empresarial, que causaram a baixa nos preços das impressoras DTG.
Existem sinais que o sector da DTG está a entrar num novo ciclo, ou seja, está a aglutinar segmentos do mercado tão díspares quanto a estamparia em seda para alta-costura, pronto-a-vestir, decoração, o merchandising e comunicação.
A impressão digital directa (DTG) oferece um resultado com uma precisão quase cirúrgica e a sua durabilidade estende-se ao período de vida do têxtil. É, seguramente, uma grande inovação neste sector! Veja todas as vantagens desta técnica de impressão, aqui.
O digital trouxe uma maior flexibilidade, visto que promove uma melhor gestão de stock e facilita quer pequenas séries, quer a impressão “a pedido”, isto é, de unidades personalizadas.
Através desta tecnologia alcança-se a democratização da impressão sobre têxteis, sem a necessidade de apostar em grandes quantidades para obter preços competitivos. A consequência do exposto é o forte impulso à criatividade na indústria da moda, o que modela a tendência de consumo.
Colocamos então a seguinte questão: Como promover a utilização da impressão DTG, se o preço das impressoras é proibitivo? Será? Diríamos que já foi!
Actualmente, temos fabricantes que introduzem no mercado impressoras com qualidade competitiva a um preço acessível.
Vejam-se as FABRIJET A4 e FABRIJET A3. Estas impressoras para tecidos brancos e escuros foram criadas como uma alternativa mais económica para utilização em pequenos espaços comerciais ou empresas que pretendam iniciar um negócio nesta área, ou acrescentar ao já existente. Apresentam-se como duas excelentes soluções para quem procura qualidade a baixo custo.
Paralelamente, marcas de renome como a Epson, alteraram a sua política de preços para manterem a competitividade, tornando-os mais acessíveis.
O gestor de produto da Epson Europe, Neil Greenhalgh, revelou em 2018 na apresentação da SC-F2100: “A nossa primeira impressora de impressão directa em vestuário foi um grande sucesso, pelo que a sucessora enfrentava um grande desafio. No entanto, com a SC-F2100 conseguimos melhorar em cada domínio – é mais rápida, mais versátil e com maior qualidade, com software que facilita a criação dos seus designs exclusivos. E tudo isto conta com uma manutenção rápida e fácil, e um TCO direcionado mais reduzido.”.
Com este modelo, a Epson posiciona-se no mercado com uma impressora DTG de qualidade superior e a um preço desafiante. Poderá iniciar um negócio lucrativo, pois tem um “sócio” poderoso nesta impressora que alia a sua grande produtividade e facilidade de manuseio, a serviços eficazes de manutenção e suporte técnico prestados pela marca.
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Do ponto de vista técnico, a impressão DTG é uma tecnologia compatível com todos os suportes têxteis, seja linho, algodão, seda ou mesmo o poliéster, sendo que este último deverá passar por um pré-tratamento. Quanto às possibilidades de cores, estas são ilimitadas, tal como os gradientes e imagens complexas, mesmo que dispostas em sobreposição.
O aperfeiçoamento técnico proporciona uma fiabilidade de cores cada vez maior, o que permite a produção de trabalhos gradativamente mais complexos que exigem cores muito próximas ao original. Permite efectuar reproduções, diretamente no têxtil, de ilustrações com centenas ou até milhares de tons.
No entanto, como “nem tudo na vida são rosas”, existem diferenças a respeito da forma da impressão em fundos claros e fundos escuros. Passamos a explicar as suas diferenças:
- A impressão em fundo claro é tão simples como imprimir um papel nas impressoras normais, com a diferença que aqui imprimimos directamente em têxtil. Portanto, colocamos um artigo com fundo claro directamente no tabuleiro do equipamento e mandamos imprimir.
- Ao imprimir em fundo escuro, o processo não se desenvolve da mesma forma. Aqui somos obrigados a dar um pré-tratamento na área da impressão e deixamo-lo secar. Em seguida a primeira impressão é de uma camada de branco e, só a seguir, a impressão das outras cores.
Por estes motivos, o toque do têxtil fica diferente do das impressões em fundo branco.
Quanto às cores, exactidão e precisão, as impressões em fundo escuro ficam excelentes, com cores vívidas e gradientes fantásticos.
Este processo dá-se por concluído com a cura ou fixação das tintas de impressão através do calor emitido por uma prensa térmica.
Associado a tudo o que referimos anteriormente, devemos considerar que, por utilizar tintas à base de água, constitui uma forma mais ecológica de imprimir, o que representa um factor preponderante nas decisões que devemos tomar por um planeta mais sustentável.
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Na Fabriprint estamos à disposição para ajudar no que for preciso, não hesite em contactar-nos!




