O povo português é globalmente conhecido pela excelência da sua gastronomia. Sim, podemos falar excelência pois não é usual encontrar num território tão pequeno uma variedade de pratos com influências de tantas culturas diferentes. Esta é a nossa opinião na Fabriprint.
Apesar desta excelência, a cozinha portuguesa não era considerada requintada pois, excetuando alguns chefes com influência estrangeira, toda a aposta recaía na qualidade dos alimentos e na magia das receitas e não na sua apresentação.
Com a notável Maria de Lourdes Modesto, inaugurou-se o primeiro programa de culinária, seguido por muitos outros: com Filipa Vacondeus, António da Silva, Michel da Costa, Carlos Capote e Manuel Luís Goucha. Mais recentemente, uma nova geração de Chefes de cozinha tem apresentado o melhor da gastronomia nacional, não só nos seus restaurantes como na televisão. Só para citar alguns exemplos, temos José Avillez, Henrique Sá Pessoa, Marlene Vieira ou Kiko Martins.
Nos últimos anos, assistimos em todo o mundo a uma crescente popularidade de concursos como o MasterChef, Top Chef e programas com chefes de nomeada que chegaram ao estrelato, como Gordon Ramsay e Jamie Oliver. Existem até canais exclusivamente dedicados à confeção de receitas tão deliciosas como vistosas, caso do 24 Kitchen.
Em resultado de toda esta divulgação, o nível de exigência da sociedade em geral aumentou exponencialmente. Nos dias que correm, procura-se não só o bom paladar como o requinte na apresentação, tanto de pratos salgados quanto de doces.
Esta é a justificação para o alavancamento de tantos negócios ligados à decoração alimentar.
Neste segmento de mercado entra o recurso a equipamentos que substituem algum do trabalho manual dos chefes e dos seus ajudantes como impressoras com tinta alimentar ou as fantásticas impressoras 3D para alimentos, com a qual se podem trabalhar diversos tipos de puré, massa ou chocolate.
O impacto da aplicação da impressão 3D no setor alimentar é reconhecido de tal forma, que se realizam recorrentemente conferências submetidas a este tema. É o exemplo da “3D Food Printing Conference”, parte integrante do segundo dia do evento “AgriFood Innovation Event”, realizado nos Países Baixos em junho de 2019, cuja 9ª edição irá decorrer em novembro de 2022.
Em resultado das tendências neste mercado, são, em cada vez maior número, os chefes ou empresários que integram impressoras 3D nos seus processos de produção. Estes equipamentos permitem-lhes apresentar composições decorativas surpreendentes e originais, e replicá-las sem onerar significativamente o produto final.




