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Como fazer caixas na sua empresa? a PAPERFOX DK-5 BOX-MAKER dá-lhe uma boa sugestão

26 Julho, 2017 by Helena Pereira

Em todos os setores de atividade a caixa para embalagem, da mais rústica à mais elaborada, ocupa um lugar privilegiado nas empresas. Apesar desta importância, há que nunca perder de vista os custos!

Assim, a PAPERFOX criou uma máquina profissional de fazer caixas por um preço muito baixo (256,00€ + IVA) e que, em 4 passos faz as caixas que precisa, com o material que escolhe e com as dimensões que necessita para fazer “aquela” caixa, num tempo recorde!

Crie as suas caixas em 4 passos:

1. Corte – corte a folha ao tamanho

2. Perfuração – para vincar

3. Entalhar – para criar a aba da caixa

4. Agrafar ou colar

Com este equipamento pode desenvolver um novo setor na sua empresa ou modernizar e agilizar um já existente com um pequeno investimento.

Material simples, utilização simples para uma boa solução!

Consulte-nos!

Filed Under: Equipamentos Tagged With: embalagens, fabriprint, máquina de fazer caixas

Chegaram as tintas DTG (direct-to-garment) da DUPONT!

26 Julho, 2017 by Helena Pereira

 

A DUPONT é líder no mercado de consumíveis para impressão DTG (direct  to Garment) e lançou a série 5000, vocacionada para as impressoras com cabeça de impressão micro piezo-eléctrico: Texjet, Anajet, DTG, Freejet, Evolution Tex, T-Jet, Azon e Epson…

A série Artistri® P5000+Série de Tintas Pigmentadas , foi desenvolvida especificamente para trabalhar em impressoras com cabeças de impressão micro piezoeléctrico com fluido de baixa viscosidade, especialmente desenvolvida para direct-to-garment ou sistema de impressão rolo a rolo em algodão ou mistura rica em algodão.

As tintas Artistri Brite DTG  foram especialmente desenvolvidas para estamparias que desejam trabalhar com tecnologia de impressão digital directa em peças de vestuário. Segundo a empresa, as tintas reproduzem cores mais brilhantes e trabalham em ciclos de produção mais curtos.

A DuPont também oferece tinta branca que pode ser utilizada para estampar tecidos escuros. A busca constante pelo aperfeiçoamento  levou-os ao anúncio de versões melhoradas das duas séries de tintas Artistri: a Brite DTG, indicadas para impressoras direct-to-garment, e a RTR, voltada para impressoras de grande formato com sistema rolo a rolo. Estas linhas serão apresentadas proximamente, na DRUPA 2016, feira que ocorre entre os dias 31 de maio e 10 de junho, em Düsseldorf.

Nessa altura partilharemos as novidades convosco!

Filed Under: Impressoras Tagged With: DTG, Epson, fabriprint

Algumas novidades da SILHOUETTE

26 Julho, 2017 by Helena Pereira

A marca SILHOUETTE acompanha as inovações das suas plotters de corte, CAMEO, PORTRAIT e CURIO, com o lançamento de novos suportes de impressão e recorte irresistíveis, não falando de acessórios para cobrir ou transportar as plotters.

Mas antes de passarmos a algumas das novidades dos acessórios e consumíveis, vamos esclarecer uma das questões mais levantadas pelos nossos clientes: as principais diferenças entre uma Cameo e uma Curio:

Comparação Silhouette Cameo  vs  Silhouette Curio

A maior parte das diferenças reside nas capacidades e medidas de corte.

 

Silhouette Cameo

Silhouette Curio

Corte

Sim

Sim

Desenho

Sim

Sim

Relevo digital / Emboss

Não

Sim

Gravar

Não

Sim

Pontos

Não

Sim

Pontilhado

Não

Sim

PixScan Tecnologia

Sim

Sim

Força de Corte

210 g

210 g

Área de Corte

30,4cm x 3m

21,5cm x 30,4cm

cameo

Não se esqueça que uma não substitui a outra, são antes complementares. É mais uma parceria em que a Cameo corta e a Curio embeleza!

Passemos então para os suportes de impressão e recorte. As novidades que estávamos a aguardar!

Quer fazer adornos, bijuterias, para embelezar a primavera e o verão? Agora já dispõe de um kit para jóias, que responde às suas necessidades.

Tem  as Scratch-Off Sticker Sheets em prateado ou dourado se quiser fazer uma mensagem ou imagem surpresa com ar sofisticado. Já imaginou o que pode criar com estes stickers?

O verão está a chegar, época em que os adornos, berloques são imprescindíveis na moda. Utilize as recentes Shrink Plastic Sheets, translúcidas ou brancas para os criar dando asas à imaginação.

Quer fazer stencil? A Silhouette já tem o Stencil Material  que pode ser adesivo ou não adesivo para lhe aumentar a escolha.

Como proteger ou transportar as suas plotters? Temos várias alternativas. Depende se tem uma CURIO, uma PORTRAIT ou uma CAMEO.

A SILHOUETTE é uma marca dinâmica, nunca está parada. Não se desactualize! Vá acompanhando a nossa página e deixe-se conquistar pela abertura de horizontes criativos.

 

Filed Under: Plotters de Corte Tagged With: fabriprint, plotter de corte, Silhouette

A sublimação

26 Julho, 2017 by Helena Pereira

A Sublimação é um processo de impressão, concorrente à serigrafia, que visa fazer impressão em tecido e outros materiais de difícil tratamento.

A sublimação tem uma abrangência que vai para além do têxtil. Placas, sinalética, painéis de fotos, produtos promocionais, bandeiras, decoração e jóias são alguns produtos que podem ser sublimados. A única exigência é que eles tenham uma superfície de polímero ou que tenham revestimento.

Nos têxteis quanto mais poliéster melhor. Caso o material não contenha poliéster é necessário que tenha uma camada de resina no local que receberá a impressão, como no caso de canecas ou tshirts de algodão.

O processo da sublimação desenvolve-se em 2 etapas:

1- A imagem é impressa em uma impressora (a quantidade de cores e riqueza de detalhes pode ser muito grande). Por exemplo, pode-se estampar uma foto, coisa que na serigrafia só é possível com uma resolução bem mais baixa.

2- O papel impresso e a base têxtil são sobrepostos um sobre o outro e prensados a determinada temperatura por um determinado período de tempo. A pressão aplicada e o calor irradiado pela prensa, transferem a tinta impressa no papel para o artigo e o resultado final é uma impressão sólida e vibrante.

Na sublimação usa-se uma tinta especial sobre um papel também especial, em que esta ao ser aplicada se incorpora no próprio material, ou seja, mesmo após muitas lavagens ou mesmo com atrito no artigo, a tinta não sai.

O preço é outro factor a ter em consideração, e aqui a sublimação apresenta uma grande vantagem para quantidades pequenas. Em termos de custo final, fazer 1 peça ou 100, o custo fixo é muito parecido.

A Sawgrass, pioneira da técnica de sublimação, continua a ter as melhores tintas e impressoras para sublimação e os resultados obtidos são realmente fantásticos. Saiba mais.

Você já passou por alguma dificuldade na impressão digital por sublimação? Pois saiba que esse processo exige treinamento, tempo, paciência e experiência para que você atinja a excelência nos resultados de reprodução das imagens.

Entre os principais desafios da sublimação, estão cinco problemas que aparecem comumente aos que usam esse processo. Cada um deles pode ser evitado com um conhecimento adequado. Mas lembre-se: mesmo que você coloque em práticas as dicas e procedimentos para diminuí-los, os problemas surgirão. E a recomendação é que você aprenda com eles, e obtenha mais conhecimento e sucesso nas produções seguintes. No caso da sublimação, os cinco problemas mais comuns são:

1. Banding;
2. Umidade;
3. Efeito fantasma;
4. Cores incorretas;
5. Linhas de transferência.

1. Banding

Nos impressos, quando você encontra linhas de cores diferentes (causadas pela falta de tinta na região), você está se deparando com o banding. A causa mais comum desse problema é o entupimento (dos nozzles) das cabeças de impressão. Queira ou não, todas as tintas (não somente a sublimática) secam o tempo todo. Se isso acontece dentro das cabeças, o fluxo de tinta é inibido, o que resulta na falta de tinta no impresso.

Enquanto você estiver imprimindo regularmente – várias vezes por semana – a tinta não secará dentro das cabeças. Mas se a impressora ficar muito tempo sem atividade, você pode ter problemas.

A maneira mais simples de evitar isso é disparar rotineiramente uma pequena quantidade de tinta através das cabeças de impressão, utilizando a função de limpeza dessas peças. Portanto, é fundamental seguir as recomendações e procedimentos de manutenção passados pelo fornecedor de sua impressora.

Se você precisar de lembretes para a limpeza das cabeças, você pode usar softwares que executam automaticamente esse procedimento, em intervalos especificados. Basta configurá-los e eles fazem o trabalho, desde que você deixe tudo ligado.

O banding pode ter outras causas, como a falta de tinta na impressora. Portanto, verifique sempre os níveis de tinta nos tanques do equipamento. Além disso, a impressora pode simplesmente estar precisando de alguns ajustes na cabeça ou no sistema de alimentação de sublimação.

O banding (linhas verticais com falta de tinta) é um problema recorrente na sublimação

2. Umidade (no processo de sublimação)

Alguns dos problemas atribuídos à falta de controle da umidade (no ambiente) incluem: mudança de cor, sangramento na imagem e transferência irregular de tinta em áreas chapadas (sólidas).

Em circunstâncias normais, uma pequena quantidade de umidade pode acumular-se no papel transfer e, na prensagem, ela é absorvida pela mídia. No entanto, substratos como metal e cerâmica são incapazes de absorver umidade. Assim, é importante que você tome medidas para diminuí-la.

O primeiro passo é proteger o papel da absorção de umidade. Como medida preventiva, estoque sempre o material em local seco. Considere usar, também, um recipiente selado para o armazenamento desse substrato. Caso ele tenha umidade em excesso, recomenda-se colocá-lo na prensa por alguns segundos. Não precisa pressioná-lo, basta expô-lo ao calor.

Outro truque é usar papel jornal. Ele vai ajudar a absorver a umidade da folha de transferência durante a prensagem (enquanto o teflon, não). Certifique-se de usar uma nova folha de papel para cada prensagem.

Em peças de tecido também é possível que tenha um pouco de umidade. Antes de realizar a sublimação, faça uma prensagem com as peças (durante cerca de 10 segundos). Esse procedimento vai retirar a umidade e enrugamentos dos substratos.

Além disso, dê atenção especial para o seu ambiente de trabalho. Controle os níveis de umidade nele. Para tanto, recomenda-se o uso de um desumidificador. Mas cuidado para não reduzir excessivamente a umidade, isso pode ter efeitos negativos sobre tintas e impressoras.

É também aconselhável investir em um higrômetro, para conhecer os níveis de umidade. As condições ambientais ideais de operação para a sublimação é de 21ºC a 26ºC, com 35% a 65% de umidade relativa (sem condensação). 

Tenha cuidado ao armazenar o papel, para que ele não absorva umidade

3. Efeito fantasma

A sublimação requer, durante a prensagem, um casamento perfeito entre o papel transfer e o substrato virgem. Se o papel deslocar ou não se fixar contra o substrato, ocorrerá o efeito fantasma. Isto é, a sublimação vai ficar desfocada, com uma sombra ao longo (ou além) das bordas das imagens. Pode também acontecer o efeito “esgazeado”; quando há uma “explosão” de tinta do lado de fora da área de imagem.

Para evitar estes problemas, é essencial fazer o ajuste correto entre o papel transfer e o substrato. Recomenda-se o uso de fita resistente ao calor, para assegurar a transferência do produto. Tenha cuidado para não aplicar a fita em toda a área da imagem, pois isso pode prejudicar a qualidade da imagem. Além disso, use apenas uma quantidade mínima de fita, já que você vai precisar remover rapidamente os substratos após a prensagem.

Quando você estiver sublimando materiais de vestuário, você pode usar um spray adesivo reposicionável. Nesse caso, aplique uma névoa leve na parte da imagem do papel transfer, a cerca de 10 centímetros de distância. Não pulverize a peça de vestuário. Em seguida, pressione o papel transfer contra o tecido. Se você posicioná-lo incorretamente, retire e reposicione-o.

Depois da prensagem, é importante remover o papel transfer corretamente. Caso contrário, a tinta pode vazar para áreas indesejadas, causando o efeito fantasma. Com substratos rígidos, o papel deverá ser levantado de modo rápido e limpo. Com vestuário, você obtém melhores resultados pegando uma das extremidades do papel e puxando-a lentamente, enquanto segura o tecido.

O teflon sujo ou manchado também pode causar efeito fantasma. Esta é outra razão para considerar o uso de papel de jornal em vez do teflon.

4. Cores incorretas (de saída)

O problema da incompatibilidade de cores (do arquivo original para as cores impressas) não é o resultado de um sistema defeituoso. Tem mais a ver com o fato de empregar equipamentos diferentes no processo – e cada um deles com uma capacidade diferente de reproduzir as cores.

Primeiro, os monitores funcionam no modo RGB, enquanto a impressora trabalha no modo CMYK. Com a sublimação, o que sai da impressora não é a cor final, porque ela vai mudar depois da prensagem (e sublimação). É como fazer a tradução de texto do francês para o inglês, e daí para o espanhol. Você consegue traduzir a mensagem geral, mas dificilmente obtém a tradução palavra a palavra.

Se você comprou um sistema de sublimação que inclui um driver de impressora, o software vai ajudar a gerenciar as funções de impressão para posterior sublimação. Além disso, se você estiver usando o CorelDRAW e o Adobe Photoshop, você deverá instalar, nesses aplicativos, a paleta de cor designada pelo fabricante.

É indicado que você crie referências, para comparar o que você vê na tela com as cores que serão reproduzidas no impresso. Para isso, basta imprimir a paleta de cores que é usada pela impressora.

Selecione as cores do seu projeto com base nesta tabela (saída) em vez de depender das cores da tela (entrada). A cor pode não parecer correta na tela, mas você vai saber como ela vai ficar depois de impressa.

Tenha amostras de cores em substratos já sublimados

5. Linhas de transferência no tecido

São linhas fracas que aparecem no tecido já sublimado e correspondem às extremidades do papel transfer. Elas são causadas pela fusão das fibras do tecido (ao longo das bordas do papel).

Para a prevenir esse problema, experimente diferentes configurações de temperatura na sua prensa. Considere reduzir a pressão e a temperatura (para 200ºC). Você também pode cortar o tempo de prensagem de 60 segundos para 45 segundos. As mudanças devem ser feitas gradualmente. E saiba que variar as configurações pode afetar a qualidade do processo.

Outra opção é tirar a parte do papel transfer que não é revestida. Isso vai suavizar as arestas do papel e reduzir as chances de aparecer as linhas de transferência.

Muitos usuários utilizam uma folha de foam de alta temperatura durante a produção, a fim de impedir a formação das linhas. Almofadas de teflon também têm sido desenvolvidas para a sublimação. Verifique com seus fornecedores de equipamentos mais informações sobre esse assunto.

Uma coisa importante: cada peça de vestuário pode precisar de configurações diferentes. Independentemente de qual você usar, documente-as para referência futura.

Estes são alguns dos problemas mais comuns encontrados na sublimação, e são relativamente fáceis de resolver. Se você ainda está tendo problemas, entre em contato com o fornecedor do equipamento. Não deixe os desafios de produção atrasá-lo ou intimidá-lo. A maioria deles pode ser resolvida por telefone.

***

Sobre o autor: Jimmy Lamb escreve e palestra sobre sublimação e impressão em tecidos mundo afora. Tem mais de 20 anos de experiência no negócio de vestuário e decoração. Atualmente, é o gerente de comunicação na Sawgrass Technologies.

Esse artigo técnico foi cedido, com exclusividade, pela Sawgrass ao portal InfoSign, que traduziu e adaptou o texto.”

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Filed Under: Sublimação Tagged With: fabriprint, impressora, Sublimação

A BROTHER GT 361: vantagens da impressão directa em têxtil – DTG

26 Julho, 2017 by Helena Pereira

A DTG (Direct-to-Garment) é uma técnica desenvolvida recentemente, terá cerca de 12 anos, adequada à rápida produção de poucas unidades com grande qualidade de impressão, em que a sua durabilidade é a do próprio têxtil, seja algodão ou poliéster.

Esta técnica consiste basicamente na utilização de uma impressora ligada a um computador, que envia uma imagem que vai ser impressa directamente no têxtil, sem recurso a películas, transferes…Simples, mas… continuemos! Se a impressão for num têxtil escuro tem de se dar um pré tratamento que pode ser dado manualmente ou com a ajuda de uma máquina.

Após a impressão, o acabamento inclui uma cura ou fixação da impressão através de calor, para o que se pode utilizar uma prensa térmica. O resultado final é excelente em termos de definição, cor, tacto e durabilidade.

Algumas das desvantagens geralmente apontadas são:

– A necessidade de pré-tratamento na impressão em têxteis escuros

– O preço das impressoras, pois ainda são bastante caras;

– Se uma impressora DTG não for utilizada diariamente, precisa de manutenção para evitar o entupimento da cabeça ou a secagem da tinta na tubagem.

O manuseamento das tintas brancas é um ponto muito importante, pois estas são formuladas com dióxido de titânio, pigmento espesso e de fácil sedimentação.

Mas se temos estas desvantagens, passamos às vantagens apresentadas pela DTG, particularmente pela BROTHER GT 361:

1. o toque é muito agradável pela ausência total de textura após a impressão (não existe a sensação de plástico).

2. A resolução/definição é muito boa

3. A qualidade final e durabilidade são incomparáveis com as produzidas através do recurso a transferes etc.

4. Processo de impressão rápido que envolve pouco trabalho e poucos consumíveis:

a. Optimiza tempo ao imprimir branco e cor ao mesmo tempo. É a impressora mais rápida e eficiente do mercado. Até 60 artigos escuros por hora.

b. Não necessita de RIP. É fácil de manejar e funciona com qualquer programa, sem necessidade de software adicional de impressão.

5. A BROTHER GT 361 possui uma gestão de tinta 100% eficiente com retroalimentação, para que mantê-la em perfeitas condições não seja um custo adicional.

6. A manutenção desta impressora está simplificada, pois o seu sistema está concebido de forma a evitar a obstrução dos cabeçotes.

Para além das vantagens anteriormente apontadas, a BROTHER GT 361 possui uma versatilidade notável, pois imprime diversos tipos de peças como tshirts, calças, camisas, polos, bolsas, mangas, bolsos, bonés, ténis (bastidores opcionais), etc, para além de permitir o controlo de custos.

Após os prós e os contras apresentados, podemos afirmar que a impressão na BROTHER GT 361 é muito rentável, vejamos:

– É altamente económica e permite o cálculo exacto dos consumos

– Impressão a partir de uma unidade.

– Pode-se imprimir em algodão ou poliéster (com uma aplicação especial BROTHER)

– Tem uma grande potência: 60 peças claras/hora e até 50+ peças escuras/hora

– Permite uma grande flexibilidade e diversidade de trabalho

– É de fácil manejo, pelo que são desnecessários conhecimentos anteriores

– Inclui todo o equipamento produtivo

– Ocupa pouco espaço

– Comparativamente ao existente no mercado, o seu preço é bastante competitivo

Com a ajuda da BROTHER GT 361 nada faz parar o seu negócio!

Filed Under: Impressoras Tagged With: DTG, fabriprint, impressão têxtil

3D. Quando utilizar ABS ou PLA?

26 Julho, 2017 by Helena Pereira

Quando utilizar o ABS ou o PLA? Qual deles é melhor?

Actualmente, o PLA tem duas vantagens principais sobre o ABS: não emite gases nocivos, é inodoro, biodegradável, superfície brilhante, pelo que podem existir diversas impressoras a funcionar em espaço fechado, para além de um grande leque de cores: transparente, semitransparente, fluorescente…

O PLA permite fazer peças suaves, cantos afiados, saliências e pontes. Além disso, pode imprimir em todos os tipos de impressoras (não há necessidade de impressão a quente) e pode imprimir sem base.

Quais são as suas desvantagens em comparação com ABS? basicamente dois: não pode suportar altas temperaturas (começa a decompor-se por volta dos 50-60 graus Celsius) e o pós-processamento (mecanizar, pintar e, especialmente, colar) é muito mais complicado.

Isso faz com que, entre outras coisas seja muito mais difícil fazer grandes peças de PLA.

Em termos de preço o custo é bastante semelhante.

Em suma, o filamento ABS é o mais adequado para uso industrial, quando precisa imprimir grandes peças ou expor o material a altas temperaturas.

No entanto, e em conclusão, tanto o ABS e PLA são dois materiais perfeitos para uso doméstico, de modo que a decisão de optar por um ou outro irá depender do uso que quiser dar, tendo em conta a rigidez (ABS) ou a flexibilidade (PLA) que se pretenda.

 

Filed Under: Impressoras Tagged With: abs, fabriprint, pla

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