Existem diversos tipos de papel que servem diferentes propósitos e projetos, quer na produção gráfica quer em gabinetes de arquitetura ou engenharia. Assim, a par do desenvolvimento de artes gráficas, é também importante percebermos qual a utilidade e as características de cada tipo de papel, bem como os critérios que o segmentam: peso, formato, cor e textura.
1 – O primeiro critério que vamos explorar é o peso do papel, que está diretamente relacionado com a gramagem. Na verdade, quanto maior a gramagem, mais pesado, caro, opaco e menos maleável será o papel. Por norma a gramagem (também chamada de gramatura) varia entre as 50 e as 350 gramas.
De acordo com os diferentes tipos de gramagem, varia também a aplicabilidade do próprio papel. Assim:
– 75 gramas: é o papel mais comumente utilizado para documentos simples e sem grande exigência de qualidade;
– 90 gramas: esta gramagem é ideal para impressões que exigem uma apresentação mais cuidada como para teses, contratos, propostas comerciais, entre outras;
– 115 gramas: gramagem usada frequentemente para panfletos e flyers, já com alguma consistência ao dobrar;
– 150 gramas: devido ao bom acabamento esta gramagem é frequentemente utilizada para folders dobráveis, revistas, catálogos, entre outros;
– 250 a 300 gramas: esta gramagem confere uma apresentação profissional, ideal para cartões-de-visita e convites.
2 – O segundo critério diz respeito ao formato do papel: este depende da largura e da altura. Diferentes formatos oferecem resultados distintos. Convém por isso saber quais os formatos que a sua obra pode assumir: podendo ir do A0 (maior) ao A5 (mais pequeno).
3 – O terceiro critério diz respeito à superfície do papel: a textura.
Na realidade, existem vários tipos de texturas como a granulada, ondulada, lisa, acetinada, entre outras. E a par do que acontece com as cores, também as texturas servem um propósito criativo, contribuindo ativamente para tornar qualquer projeto, por mais simples que seja, num projeto totalmente único e inesquecível. Convém, contudo, advertir que se o objetivo são impressões muito detalhadas, com alta definição e nitidez, então o uso de papel texturado pode tornar-se desaconselhável, devendo procurar outras opções mais adequadas.
Quanto aos diferentes tipos de papel, gostaríamos de o convidar a espreitar alguns dos mais comuns:
– Papel vegetal: o papel vegetal, devido à transparência parcial que possui, é frequentemente utilizado para fazer desenhos e confere também um bom acabamento para, por exemplo, convites de casamentos. Este tipo de papel apresenta uma alta durabilidade;
– Papel revestido (coated) ou não revestido (uncoated): com o papel revestido, as impressões ficam mais brilhantes sendo, frequentemente, utilizado para fotografias, brochuras, menus, etc. Este papel é mais resistente à sujidade, humidade e desgaste, o que acaba por aumentar a durabilidade das obras. Por outro lado, o papel não revestido é por norma mais áspero que o anterior e tende também a ser mais absorvente (por ser mais poroso). Imagens impressas neste tipo de papel têm um resultado menos nítido e mais suave, o que faz dele uma boa opção para livros;
– Papel canvas: este tipo de papel é frequentemente utilizado em locais interiores, como banner, backdrop, ou como banner de palco, entre outros. Por ser um papel flexível, a sua utilização estende-se ainda à impressão de posters, telas e também à decoração comercial;
– Papel fotográfico: a utilização deste papel não é difícil de adivinhar, sendo ideal para a impressão de fotografias. Esta categoria divide-se ainda em: papel matte, papel glossy, papel microporoso e papel de linho.
Obviamente que cada uma destas categorias poderia ainda ser muito explorada, mas não é nosso objetivo esgotar o assunto. Convidamo-lo a espreitar o catálogo da Fabriprint e a contactar-nos para eventuais questões.
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