A impressão em têxtil tem diferentes processos associados, de acordo com critérios de mídia, processo digital selecionado e utilização do produto final.
A Fabriprint destaca algumas dicas que lhe possam ser úteis:
1 – Aplicação de Vinil Flex
Este tipo de processo é bastante utilizado e eficaz quando se pretende aplicar poucas cores.
A aplicação de vinil flex, a título de exemplo, poderá ser adequado em logotipos e imagens com poucas cores, como é o caso das t-shirts corporativas, números desportivos, entre outros exemplos.
Estará a perguntar-se: mas como aplicá-lo? Nós explicamos todos os detalhes, para que não subsistam dúvidas!
Primeiro, deverá escolher a imagem que pretende utilizar. Após definir a imagem, recorta-se o vinil flex com uma plotter de recorte, por fim, temos uma película vinil flex, que é derretida a alta temperatura sobre o tecido, por ação da forte pressão exercida por uma prensa térmica.
Para um melhor entendimento da sua aplicação, temos reservado um vídeo que nos mostra na prática como esta técnica é feita. Poderá consultá-lo na nossa página sobre os rolos de vinil flex. A Fabriprint comercializa uma variedade de rolos de Vinil Flex EcoBest, como brilhante, mate, metalizado, glow in the dark, glitter, flock, etc, de acordo com o tipo de aplicação.
É uma técnica de impressão altamente resistente a lavagens, mas se pretende gradientes de cores, não será possível. São impraticáveis!
2 – Impressão de transferência a laser
A segunda técnica que passamos a descrever é uma técnica de impressão indicada para marcação em têxteis mais leves, com pretensão de média duração.
No que diz respeito à impressão de t-shirts para eventos ou produção em massa de algum artigo, esta é a nossa opção de eleição, em virtude do seu baixo custo e por permitir impressão com gradientes de cor.
Seguimos para os detalhes do processo de impressão a laser. Numa impressora a laser adequada a transferes (de preferência que imprima branco), imprime a imagem num transfer para laser e a seguir coloca o transfer sobre a peça de têxtil que já está no prato de uma prensa térmica, como referimos no primeiro ponto, para a transferência da imagem.
Recomendamos, fundamentalmente, que utilize uma imagem de qualidade para uma impressão adequada com ótimos resultados.
3 – Serigrafia
Outra técnica de impressão, a mais antiga de todas, é a serigrafia, amplamente utilizada na impressão de grandes volumes de peças.
É um processo não comercializado pela Fabriprint, visto ser complexo, lento e só se tornar rentável para impressão de grandes quantidades.
Quer ficar com uma ideia das diversas etapas deste processo? Veja o esquema adiante:

4 – Impressão digital direta (DTG)
Entre as opções de tecnologia mais actual, a que reúne as melhores condições de rapidez, precisão, qualidade e durabilidade é a impressão direta, conhecida como DTG (Direct to Garment).
Ainda não existe outro processo que permita uma impressão tão detalhada em pormenores e gradientes de cor pelo que, se pretende fiabilidade de impressão, esta é a escolha!
O que precisamos para fazer uma impressão direta? De uma imagem, o artigo a imprimir e uma impressora para têxteis!
É uma tecnologia que acrescenta às vantagens anteriores, ser uma solução ecológica devido à utilização de tintas à base de água.
Estamos a falar de uma técnica que imprime impecavelmente, seja qual for a complexidade do padrão ou a cor do suporte têxtil e cuja durabilidade é a do próprio têxtil.
Apenas realçamos que, para a impressão com branco sobre um fundo escuro, é imprescindível que faça um pré-tratamento no têxtil. É simples, basta aplicar um líquido de pré-tratamento solúvel em água, criando assim uma camada espessa que retém a tinta têxtil e impede que esta saia facilmente com as lavagens.
A impressão direta é de fácil e rápido manuseio, excelente qualidade e durabilidade!
5 – Sublimação
Este processo visa uma impressão com a intervenção de tinta sublimática numa impressora a jato de tinta sobre transferes específicos para sublimação.
No caso do têxtil, deve ser sempre poliéster, ou ter uma percentagem mínima de algodão, 20% no máximo. Se o material não estiver preparado para receber uma impressão em sublimação, como poderá ser o caso de canecas, capas de telemóveis, tapetes para rato, etc, é necessário um revestimento no local que receberá a impressão.
Este processo desenvolve-se em duas etapas:
Primeiro, temos a criação e preparação da imagem para imprimir, como noutro processo. Simples!
Imprime-se o transfer de sublimação numa impressora para sublimação e, em seguida, apõe-se o papel impresso na base têxtil ou em outro artigo como canecas. Estes são aquecidos com o apoio de uma prensa térmica, a uma determinada temperatura e num período de tempo. É nesta fase que ocorre a transferência da tinta que, ao gaseificar-se, penetra diretamente na malha do têxtil ou do suporte e… pronto. Feito!
Este processo resulta num efeito perfeito, com cores brilhantes e reprodução de imagens em alta definição.
Qual a durabilidade? Uma vez que a impressão fica incrustada na malha do têxtil, a sua durabilidade é enorme!
Se quiser saber todos os aspectos, ao pormenor, temos um artigo especialmente para si, onde revelamos algumas dicas sobre sublimação!
Ficou curioso sobre todos estes processos e os seus equipamentos?
Visite a nossa loja online, onde poderá encontrar tudo o que precisa relativamente a qualquer um dos processos citados anteriormente.
Caso precise de ajuda, não hesite em contactar-nos. Na Fabriprint estamos à disposição para ajudar no que for preciso, com os melhores equipamentos de impressão que poderá encontrar!
