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Leitores de Código de Barras

31 Julho, 2019 by Helena Pereira

A Fabriprint tem abordado recorrentemente temas como, a diversidade de etiquetas que surgem em todos os sectores produtivos e a multiplicidade de produtos. Porque não falarmos agora dos famosos leitores de código de barras?

Primeiramente, o que é o código de barras e como surgiu?

O código de barras é uma imagem que representa uma pequena quantidade de informação, facilmente lida pelos leitores de código de barras ou, atualmente com as novas tecnologias, através de uma aplicação de telemóvel. Os códigos de barras são vistos tanto em produtos em venda para determinar o preço, stock e informação durante todo o processo, como para controlar o património em empresas ou organizações.

O Sistema de código de barras UPC-A de 12 dígitos, foi criado em 1970 por George Laurer, enquanto trabalhava para a IBM. É um sistema universal para controlo de itens e preços em sistemas de inventário. Com a globalização da informação e tecnologia, passou a ser um código utilizado por quase todos os produtores e fornecedores .

São muitas as exigências organizativas que levaram ao desenvolvimento de processos de controlo de património e stock, adjacentes a programas de facturação cada vez mais detalhados e completos para dar resposta quer ao sistema de controlo do Estado quer aos requisitos de organização em empresas concorrenciais no mercado.

Por este motivo, os leitores de código de barras foram desenvolvidos com o objetivo de criarem ferramentas de controlo exactas, eficientes, rápidas e de simples execução.

Antes do surgimento do código de barras, num passado não muito distante, toda a gestão do stock era mais demorada, o controlo de vendas era feito por processos manuais e era regra o encerramento por um ou mais dias para o controlo do inventário.

Como era realizado o processo de saída dos produtos? Estes passavam pelo operador de caixa que inseria manualmente numa caixa registadora o preço de cada artigo.

Foi o aumento do fluxo de vendas e a crescente diversidade de artigos que fez surgir a necessidade de automatizar e fiabilizar o processo, surgindo assim o código de barras.

A eficiência e rapidez dos processos permitidas pelo código de barras revolucionou por completo a forma como as operações de inventário e de venda são realizadas, ou seja, actualmente é possível a contagem do stock em tempo real, de forma simples, rápida e eficaz.

O código de barras, constituído por um simples agrupamento de linhas, com larguras e espaçamentos diferentes entre elas, impresso por impressoras térmicas em etiquetas adesivas, é descodificado através da utilização de um equipamento de leitura de infravermelhos, ou seja, um leitor de código de barras , que faz a descodificação do código de barras através da emissão de um feixe luminoso vermelho que percorre todas as barras e espaços presentes no documento, sendo este absorvido nas áreas escuras (barras negras) e reflectido nas zonas claras (os espaços presentes entre as barras escuras), após o que os dados obtidos são imediatamente enviados para um computador.

Sabe qual o significado dos algarismos por baixo das barras? Ficou curioso? Nós dizemos-lhe:

Estes algarismos são a tradução numérica do código representado pelas barras e espaços do código. Representam uma alternativa de identificação visual em caso de falha no processo de leitura automática.

Precisa de optimizar o controlo de stocks, património e vendas? Atualmente consegue fazê-lo recorrendo somente a uma impressora de etiquetas e a um leitor de código de barras. Onde poderá encontrá-los? Na Fabriprint!

Temos todo o equipamento necessário para fazer parte da evolução e automação deste processo que já nos acompanha há anos!

Visite a nossa loja online e não perca a oportunidade.

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Que materiais as Silhouette cortam?

23 Julho, 2019 by Helena Pereira

Os plotters de corte da Silhouette são projetados para cortar uma variedade de materiais, entre os quais: vinil, papel, papéis com padrões especiais, cartolina, pergaminho, transfer, tecido e papel adesivo entre outros. Consulte entre os consumíveis da Silhouette toda a oferta de materiais originais para recorte.

A Silhouette tem uma força de corte de 210gf e, com a lâmina padrão, pode cortar entre 1 mm a 2 mm de profundidade dependendo da espessura dos materiais.

Siga esta dica Fabriprint, e quando selecionar a lâmina tenha sempre em consideração a densidade dos materiais. Certos materiais são excessivamente densos (como por exemplo, metais finos ou acetato) e ao oferecerem alguma resistência ao corte, ou até nem serem cortados, aceleram o desgaste da lâmina. Outros materiais de natureza abrasiva, como aglomerado mais grosso ou lixa, também podem prejudicar a lâmina.

Do outro lado do espectro, certos materiais fibrosos, tais como feltro ou papéis feitos à mão podem não ser suficientemente coesos para um bom corte.

Tem dúvidas se é adequado o material que vai utilizar? Execute o Test Cut nesses materiais mais especiais.

Vejamos alguns exemplos:

Tecido

Os tecidos devem ser seleccionados de acordo com a sua espessura e recortados com auxílio de entretela de tecido. Todos os modelos Silhouette podem cortar tecido com recurso ao estabilizador de tecido.

O estabilizador de tecido Wash Away é pressionado manualmente no tecido. Em seguida, após o processo de corte, o tecido pode ser lavado para dissolver o suporte do estabilizador, ficando apenas o tecido recortado. Este estabilizador de tecido é perfeito para apliques onde não é desejável que ele apareça.

Feltro

Nem todos os materiais feitos de feltro podem ser bem recortados com a Silhouette. A capacidade de os cortar com sucesso dependerá da espessura, densidade e flexibilidade do material de feltro, bem como do nível de aderência da base de corte em uso.

Para mais informações fale connosco, pois a Fabriprint tem todo o gosto em apresentar a gama de produtos Silhouette e esclarecer sobre a sua correta aplicação.

 

Filed Under: Plotters de Corte Tagged With: consumíveis da Silhouette, fabriprint, plotters de corte da silhouette

Lâminas para a sua Silhouette

20 Julho, 2019 by Helena Pereira

Se tem uma Plotter de corte Silhouette vai, certamente, querer ter uma ideia de quanto tempo é que poderão durar as lâminas!

Porquê? Porque, mesmo sendo um consumível de custo reduzido, este valor influencia o custo da produção final.

Independentemente do que possamos afirmar, é difícil avaliar com exatidão a vida útil da lâmina, pois esta é amplamente determinada pelas seguintes condições:

· Frequência de utilização;

· Comprimento total da linha nos trabalhos realizados;

· Emaranhado de padrões (em que a lâmina pode recortar cantos com grande frequência);

· Tipo de material cortado.

Pela experiência que a Fabriprint tem através dos seus clientes, podemos afirmar que a estimativa geral para a vida útil das lâminas é de cerca de seis meses.

Como é determinante a interacção de uma, ou várias das condições acima descritas, este período não passa de uma mera estimativa, que pode oscilar entre algumas semanas a superior a um ano.

Qualquer tentativa de cortar certos materiais mais densos, não projectados pela Silhouette para o recorte, podem estragar a lâmina ou resultar na aceleração extremamente rápida do fio da lâmina. Para além da densidade, também certos papéis com pedaços ou partículas podem prejudicar imediatamente o fio da lâmina. Recomendamos que tome em atenção o exposto e que respeite os materiais projectados para a execução de corte pela Silhouette.

A par das lâminas padrão, existe a lâmina Premium, cuja liga de tungsténio pode prolongar a vida útil da lâmina em cerca três vezes, isto em condições normais de corte.

O que dissemos sobre a indevida utilização aplica-se tanto às lâminas padrão quanto às Premium.

Visite a nossa loja online e encomende já as suas Lâminas Silhouette!

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Cartões Mifare ou com Banda Magnética?

16 Julho, 2019 by Helena Pereira

Podemos generalizar e afirmar que todos nós transportamos cartões PVC de identificação, de consumo ou de fidelização.

Estes cartões acumulam diversas funcionalidades e tornaram-se instrumentos essenciais como facilitadores do nosso dia-a-dia.

Hoje em dia é possível produzir cartões com diferentes formatos e mensagens. Muitas das vezes, estes cartões são utilizados como instrumento de marketing e comunicação, tendo como objetivos: a fidelização do cliente e a divulgação da marca.

Se os seus cartões forem originais e criativos, facilmente se tornam memoráveis, e esse é um dos objetivos.

A Fabriprint apresenta soluções de impressão/ personalização de cartões PVC. Eis algumas dicas a ter em conta na altura de escolher cartões mas, primeiro que tudo, deve anotar que existem duas formas de gravação de dados:

1- Através da tecnologia RFID – linha de chips da Mifare e

2- Banda magnética no verso do cartão

Por nos depararmos com algumas questões relacionadas com a utilização de ambas, aqui ficam as características de cada uma:

1- A tecnologia RFID é muito conhecida e amplamente utilizada em cartões de identificação por proximidade. Estes cartões podem ser gravados e regravados diversas vezes, pelo que e as informações podem ser usadas em diversas aplicações.

Estamos em contacto com a RFID nos sistemas de transporte público, identificação e controlo de acesso de cargas, de animais, cartões de pagamento, e muitas outras funções.

Suportam distâncias até 10 cm e só necessitam de uma antena. Ou seja, um cartão Mifare não passa de um cartão com um chip e uma antena.

Os chips podem estar contidos em cartões, tags, pulseiras e noutros dispositivos, inclusive implantados em animais.

2- A tecnologia de banda magnética consiste na criação de uma banda composta por minúsculas partículas magnéticas embutidas em resina. Durante o processo de codificação as partículas são magnetizadas num sentido de orientação, sendo que a polaridade das partículas magnéticas é alterada consoante o significado de cada um dos bits.

A utilização de cartões com banda magnética é muito comum: em sistemas de POS, identificação de colaboradores num sistema, controlo de acessos e picagem de ponto, cartões de consumo interno em discotecas e bares, cartões de acesso nos quartos de hotel e fidelização de clientes.

Aproveite ao máximo o potencial dos cartões PVC e diferencie a sua marca através de um cartão que tanto pode utilizar tecnologia Mifare como banda magnética.

Consulte a nossa oferta de impressoras de cartões PVC e usufrua dos benefícios destas tecnologias!

Filed Under: Impressoras Tagged With: fabriprint, Mifare, tecnologia de banda magnética, tecnologia RFID

Personalize Etiquetas e Rótulos Com as Nossas Impressoras

13 Julho, 2019 by Helena Pereira

Quando entra num espaço comercial à procura de um produto, mas estão diversos expostos, consegue direcionar a sua atenção para o que procura ou a sua atenção fica dispersa? A embalagem, o rótulo e a etiqueta, têm a capacidade de captar a sua atenção?

Existem diversos pontos de contacto entre o cliente e a marca, produto ou serviço. Uma das formas de interagir com o cliente é a através da visão, motivo pelo qual o marketing de vendas se centra tanto na imagem do “pacote”!

Rótulo & Etiqueta

Para começar, tem de definir se vai apostar em rótulo ou etiqueta! Apesar de em linguagem comum usarmos indistintamente qualquer um dos termos, estes são diferentes. Vejamos algumas diferenças:

Os rótulos integram uma estratégia de marketing, têm como objectivo informar e captar a atenção do cliente de forma a despertar o seu desejo de consumo.

São desenvolvidos com recurso a uma grande variedade de meios gráficos e de comunicação visual, respeitando sempre as directrizes de comunicação e identidade visual da marca.

Podem tornar-se elementos refinados e diferenciadores da embalagem do produto. Os rótulos podem ser desenvolvidos também com recortes e formas diferenciadas. Apesar dos modelos serem nomeados como sendo sempre para etiquetas, na verdade existem uns mais vocacionados para produzir rótulos. Vejamos alguns exemplos:

Impressora de rótulos / etiquetas Epson TM-C3500;
Impressora de rótulos / etiquetas GHS EPSON ColorWorks C831 ou a VIPCOLOR VP700.

Entende-se por etiquetas um meio graficamente mais simples que os rótulos, utilizadas apenas para identificar a marca e transmitir informações sobre o produto, exigidas pelos órgãos competentes.

Além disso, podem ser usadas complementarmente aos rótulos. Neste contexto, as etiquetas podem transmitir informações promocionais, códigos de barra, códigos QR, informações adicionais sobre composição e validade, etc.

As etiquetas obedecem a exigências técnicas e são tão ou mais importantes que os rótulos dos alimentos. Possuem as informações fundamentais para evitar o consumo de componentes prejudiciais.

Elas também são muito úteis para controle interno de stock e do ciclo de vida do produto.

Por estes motivos, é importante sempre escolher etiquetas com propriedades adesivas adequadas ao tipo de uso aos quais se destinam, nomeadamente a inviolabilidade.

Praticamente, todas as indústrias possuem algum tipo de legislação, onde o uso da etiqueta é obrigatório e devem sempre estar em local visível e legível.

Vejamos algumas das informações tipo que compõem as etiquetas de produtos:

· Nome do produto;

· Marca do fabricante;

· Data de validade (alimentos e bebidas);

· Tabela nutricional (alimentos e bebidas);

· Processo e local de produção;

· Composição;

· Instruções de uso;

· Restrições de uso.

No nosso catálogo, a variedade de impressoras para etiquetas é vasta.

Caso precise de ajuda, não hesite em contactar-nos. Na Fabriprint estamos à disposição para ajudar no que for preciso, com a melhor relação qualidade / preço que poderá encontrar!

Visite a nossa loja online e adquira já a sua impressora de rótulos e etiquetas!

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Breve Apresentação de Alguns Filamentos para 3D

9 Julho, 2019 by Helena Pereira

A impressão 3D transforma um modelo 3D Digital em um modelo 3D Físico. As impressoras 3D são alimentadas por filamentos, materiais termoplásticos. Para dar forma ao objecto, a extrusora movimenta-se no eixo XYZ depositando o filamento fundido camada por camada, dando origem ao modelo 3D Físico.

Á medida que a tecnologia 3D se foi aperfeiçoando, o mercado tornou-se mais exigente, tendo sido uma das consequências imediatas a aposta na qualidade e, também, desenvolvimento de diversos tipos de filamentos que possam dar respostas às necessidades do mercado.

Neste sentido, também a Fabriprint tem procurado equipamentos e soluções que correspondam às necessidades dos seus clientes para este segmento. Consulte a vasta gama de impressoras 3D comercializadas pela Fabriprint.

Para hoje selecionámos uma impressora 3D em específico:

Já conhece a impressora 3D Cbot C-D1?
Extremamente funcional e com uma elevada aceitação no mercado, utiliza tecnologia de impressão FDM (Fused Deposition Modeling) e FFF (Fused Filament Fabrication).

Façamos uma breve abordagem a alguns tipos de filamentos admitidos pela impressora 3D Cbot C-D1, todos com diâmetro de 1,75mm:

Filamento PLA

O PLA (Ácido Poliláctico)é um plástico biodegradável obtido a partir de recursos naturais, mais em concreto é obtido a partir do amido extraído do milho, da beterraba e do trigo. O filamento PLA é um dos materiais mais utilizados, pois as impressões feitas com PLA apresentam grande precisão e fidelidade nos detalhes. É quebradiço e portanto deve ser evitada a sua utilização em peças que careçam de resistência mecânica.

Dica: Indicado para produzir peças com detalhes e sem necessidade de acabamento posterior.

Filamento HiPS

O HiPS (Poliestireno) (High impact Polystyrene) é um filamento termoplástico obtido por polimerização, de alta resistência ao impacto, e utiliza-se como material de suporte em impressões de ABS ou PLA. Como é um filamento mais ligeiro que o ABS pode-se imprimir a uma temperatura ligeiramente inferior, ou seja, 230ºC.

Dica: Para minimizar o efeito de deformação, a temperatura da camada base deve oscilar entre 90-110ºC.

O HiPS é resistente ao azeite/óleo, gorduras, mas não ao combustível e aos raios UV. A sua baixa condutividade eléctrica indica-o como isolante.

As peças produzidas podem receber um acabamento cromado ou pintado.

É um material indicado para realizar peças técnicas ligeiras e de alta qualidade.

Filamento PC

O que significa filamento PC? É um policarbonato a partir do qual se fabrica um filamento termoplástico convencional e que é considerado o mais forte utilizado na impressão 3D.

É um filamento cuja transparência pode ultrapassar os 90%, possui a capacidade de suportar temperaturas até 110°C, é extremamente durável e resistente ao impacto físico. De entre todos os termoplásticos é o que possui maior resistência ao impacto, sendo moderadamente flexível.

Dica: É indicada a sua utilização para a construção de peças resistentes, que tenham de manter inalterada a sua forma em ambientes de alta temperatura. A sua transparência torna-o essencial em projetos de iluminação ou telas.

Filamento Lay-PVA

O filamento Lay-PVA é um material solúvel em água, ideal para ser utilizado como material de suporte, por exemplo pontes de sustemtação. Nestes casos deve ser utilizado simultaneamente com outro filamento, nomeadamente ABS. Porquê? Depois de acabar a impressão 3D da peça basta mergulhá-la num recipiente com água fria ou quente durante umas duas horas para que este material de suporte, Lay-PVA, se dissolva totalmente e não fique rasto dele.

Filamento ABS

ABS (Acrionitrilo butadieno estireno), cujas características mais importantes são a alta resistência mecânica e térmica. Apresenta uma resistência química aceitável e baixa absorção à água e a sua superfície é de simples acabamento, por exemplo, com acetona pura.

Dica: Muito indicado para peças que tenham larga exposição solar e sujeitas a desgaste ou carga, como engrenagens e encaixes.

Filamento TPE

Passemos agora a um filamento com características opostas aos anteriores: o TPE. É feito de elastômero termoplástico com elevada flexibilidade, baixas densidade e dureza.

O uso do TPE ou TPU é indicado para objetos que estão sujeitos a muito desgaste e que necessitam de se dobrar, esticar ou comprimir, sendo que alguns chegam a um estiramento de 700% sem entrar em ruptura. De modo geral, estes filamentos trabalham numa faixa de temperatura de impressão entre os 225°C e os 235°C, mas não requer que a base seja aquecida. Não é adequado para um iniciante na impressão 3D, pois requer bastante experiência devido à dificuldade de manuseio.

Filamento PETG

O PETG, polietileno tereftalato modificado com glicol, é considerado por alguns como um bom meio-termo entre o PLA e o ABS, mais durável e flexível que o PLA, mais fácil de imprimir do que o ABS. É reciclável. Em suma, possui boa resistência mecânica e térmica, pelo que pode ter exposição solar.

Dica: É o único que pode entrar em contato com alimentos.

Madeira

Falemos agora dos filamentos criados a partir de fibras de madeira, pedra ou calcário aos quais se junta um polímero de união, surgindo filamentos ideais para peças com fins decorativos.

Estes filamentos de madeira e de cerâmica, que permitem criar qualquer peça, independentemente da forma (modelos, elementos decorativos, etc.), abrem inovadores segmentos de negócio ao facultarem tempos de fabrico e custos muito menores que os apresentados pelos métodos tradicionais sem perderem uma aparência e um acabamento realista.

Em suma, a impressora 3D Cbot C-D1 apresenta uma capacidade de impressão extraordinariamente versátil ao admitir uma grande variedade de filamentos. Se não quer ficar confinado a um só tipo de impressão 3D, então esta é a sua oportunidade. É seguramente um bom investimento! Adquira já!

 

Filed Under: Impressoras Tagged With: fabriprint, filamentos, impressora 3D

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