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Helena Pereira

Lâminas para a sua Silhouette

20 Julho, 2019 by Helena Pereira

Se tem uma Plotter de corte Silhouette vai, certamente, querer ter uma ideia de quanto tempo é que poderão durar as lâminas!

Porquê? Porque, mesmo sendo um consumível de custo reduzido, este valor influencia o custo da produção final.

Independentemente do que possamos afirmar, é difícil avaliar com exatidão a vida útil da lâmina, pois esta é amplamente determinada pelas seguintes condições:

· Frequência de utilização;

· Comprimento total da linha nos trabalhos realizados;

· Emaranhado de padrões (em que a lâmina pode recortar cantos com grande frequência);

· Tipo de material cortado.

Pela experiência que a Fabriprint tem através dos seus clientes, podemos afirmar que a estimativa geral para a vida útil das lâminas é de cerca de seis meses.

Como é determinante a interacção de uma, ou várias das condições acima descritas, este período não passa de uma mera estimativa, que pode oscilar entre algumas semanas a superior a um ano.

Qualquer tentativa de cortar certos materiais mais densos, não projectados pela Silhouette para o recorte, podem estragar a lâmina ou resultar na aceleração extremamente rápida do fio da lâmina. Para além da densidade, também certos papéis com pedaços ou partículas podem prejudicar imediatamente o fio da lâmina. Recomendamos que tome em atenção o exposto e que respeite os materiais projectados para a execução de corte pela Silhouette.

A par das lâminas padrão, existe a lâmina Premium, cuja liga de tungsténio pode prolongar a vida útil da lâmina em cerca três vezes, isto em condições normais de corte.

O que dissemos sobre a indevida utilização aplica-se tanto às lâminas padrão quanto às Premium.

Visite a nossa loja online e encomende já as suas Lâminas Silhouette!

Filed Under: Plotters de Corte Tagged With: fabriprint, lâminas para silhouette, Silhouette

Cartões Mifare ou com Banda Magnética?

16 Julho, 2019 by Helena Pereira

Podemos generalizar e afirmar que todos nós transportamos cartões PVC de identificação, de consumo ou de fidelização.

Estes cartões acumulam diversas funcionalidades e tornaram-se instrumentos essenciais como facilitadores do nosso dia-a-dia.

Hoje em dia é possível produzir cartões com diferentes formatos e mensagens. Muitas das vezes, estes cartões são utilizados como instrumento de marketing e comunicação, tendo como objetivos: a fidelização do cliente e a divulgação da marca.

Se os seus cartões forem originais e criativos, facilmente se tornam memoráveis, e esse é um dos objetivos.

A Fabriprint apresenta soluções de impressão/ personalização de cartões PVC. Eis algumas dicas a ter em conta na altura de escolher cartões mas, primeiro que tudo, deve anotar que existem duas formas de gravação de dados:

1- Através da tecnologia RFID – linha de chips da Mifare e

2- Banda magnética no verso do cartão

Por nos depararmos com algumas questões relacionadas com a utilização de ambas, aqui ficam as características de cada uma:

1- A tecnologia RFID é muito conhecida e amplamente utilizada em cartões de identificação por proximidade. Estes cartões podem ser gravados e regravados diversas vezes, pelo que e as informações podem ser usadas em diversas aplicações.

Estamos em contacto com a RFID nos sistemas de transporte público, identificação e controlo de acesso de cargas, de animais, cartões de pagamento, e muitas outras funções.

Suportam distâncias até 10 cm e só necessitam de uma antena. Ou seja, um cartão Mifare não passa de um cartão com um chip e uma antena.

Os chips podem estar contidos em cartões, tags, pulseiras e noutros dispositivos, inclusive implantados em animais.

2- A tecnologia de banda magnética consiste na criação de uma banda composta por minúsculas partículas magnéticas embutidas em resina. Durante o processo de codificação as partículas são magnetizadas num sentido de orientação, sendo que a polaridade das partículas magnéticas é alterada consoante o significado de cada um dos bits.

A utilização de cartões com banda magnética é muito comum: em sistemas de POS, identificação de colaboradores num sistema, controlo de acessos e picagem de ponto, cartões de consumo interno em discotecas e bares, cartões de acesso nos quartos de hotel e fidelização de clientes.

Aproveite ao máximo o potencial dos cartões PVC e diferencie a sua marca através de um cartão que tanto pode utilizar tecnologia Mifare como banda magnética.

Consulte a nossa oferta de impressoras de cartões PVC e usufrua dos benefícios destas tecnologias!

Filed Under: Impressoras Tagged With: fabriprint, Mifare, tecnologia de banda magnética, tecnologia RFID

Personalize Etiquetas e Rótulos Com as Nossas Impressoras

13 Julho, 2019 by Helena Pereira

Quando entra num espaço comercial à procura de um produto, mas estão diversos expostos, consegue direcionar a sua atenção para o que procura ou a sua atenção fica dispersa? A embalagem, o rótulo e a etiqueta, têm a capacidade de captar a sua atenção?

Existem diversos pontos de contacto entre o cliente e a marca, produto ou serviço. Uma das formas de interagir com o cliente é a através da visão, motivo pelo qual o marketing de vendas se centra tanto na imagem do “pacote”!

Rótulo & Etiqueta

Para começar, tem de definir se vai apostar em rótulo ou etiqueta! Apesar de em linguagem comum usarmos indistintamente qualquer um dos termos, estes são diferentes. Vejamos algumas diferenças:

Os rótulos integram uma estratégia de marketing, têm como objectivo informar e captar a atenção do cliente de forma a despertar o seu desejo de consumo.

São desenvolvidos com recurso a uma grande variedade de meios gráficos e de comunicação visual, respeitando sempre as directrizes de comunicação e identidade visual da marca.

Podem tornar-se elementos refinados e diferenciadores da embalagem do produto. Os rótulos podem ser desenvolvidos também com recortes e formas diferenciadas. Apesar dos modelos serem nomeados como sendo sempre para etiquetas, na verdade existem uns mais vocacionados para produzir rótulos. Vejamos alguns exemplos:

Impressora de rótulos / etiquetas Epson TM-C3500;
Impressora de rótulos / etiquetas GHS EPSON ColorWorks C831 ou a VIPCOLOR VP700.

Entende-se por etiquetas um meio graficamente mais simples que os rótulos, utilizadas apenas para identificar a marca e transmitir informações sobre o produto, exigidas pelos órgãos competentes.

Além disso, podem ser usadas complementarmente aos rótulos. Neste contexto, as etiquetas podem transmitir informações promocionais, códigos de barra, códigos QR, informações adicionais sobre composição e validade, etc.

As etiquetas obedecem a exigências técnicas e são tão ou mais importantes que os rótulos dos alimentos. Possuem as informações fundamentais para evitar o consumo de componentes prejudiciais.

Elas também são muito úteis para controle interno de stock e do ciclo de vida do produto.

Por estes motivos, é importante sempre escolher etiquetas com propriedades adesivas adequadas ao tipo de uso aos quais se destinam, nomeadamente a inviolabilidade.

Praticamente, todas as indústrias possuem algum tipo de legislação, onde o uso da etiqueta é obrigatório e devem sempre estar em local visível e legível.

Vejamos algumas das informações tipo que compõem as etiquetas de produtos:

· Nome do produto;

· Marca do fabricante;

· Data de validade (alimentos e bebidas);

· Tabela nutricional (alimentos e bebidas);

· Processo e local de produção;

· Composição;

· Instruções de uso;

· Restrições de uso.

No nosso catálogo, a variedade de impressoras para etiquetas é vasta.

Caso precise de ajuda, não hesite em contactar-nos. Na Fabriprint estamos à disposição para ajudar no que for preciso, com a melhor relação qualidade / preço que poderá encontrar!

Visite a nossa loja online e adquira já a sua impressora de rótulos e etiquetas!

Filed Under: Impressoras Tagged With: fabriprint, impressora de etiquetas, impressora etiquetas/ rótulos

Breve Apresentação de Alguns Filamentos para 3D

9 Julho, 2019 by Helena Pereira

A impressão 3D transforma um modelo 3D Digital em um modelo 3D Físico. As impressoras 3D são alimentadas por filamentos, materiais termoplásticos. Para dar forma ao objecto, a extrusora movimenta-se no eixo XYZ depositando o filamento fundido camada por camada, dando origem ao modelo 3D Físico.

Á medida que a tecnologia 3D se foi aperfeiçoando, o mercado tornou-se mais exigente, tendo sido uma das consequências imediatas a aposta na qualidade e, também, desenvolvimento de diversos tipos de filamentos que possam dar respostas às necessidades do mercado.

Neste sentido, também a Fabriprint tem procurado equipamentos e soluções que correspondam às necessidades dos seus clientes para este segmento. Consulte a vasta gama de impressoras 3D comercializadas pela Fabriprint.

Para hoje selecionámos uma impressora 3D em específico:

Já conhece a impressora 3D Cbot C-D1?
Extremamente funcional e com uma elevada aceitação no mercado, utiliza tecnologia de impressão FDM (Fused Deposition Modeling) e FFF (Fused Filament Fabrication).

Façamos uma breve abordagem a alguns tipos de filamentos admitidos pela impressora 3D Cbot C-D1, todos com diâmetro de 1,75mm:

Filamento PLA

O PLA (Ácido Poliláctico)é um plástico biodegradável obtido a partir de recursos naturais, mais em concreto é obtido a partir do amido extraído do milho, da beterraba e do trigo. O filamento PLA é um dos materiais mais utilizados, pois as impressões feitas com PLA apresentam grande precisão e fidelidade nos detalhes. É quebradiço e portanto deve ser evitada a sua utilização em peças que careçam de resistência mecânica.

Dica: Indicado para produzir peças com detalhes e sem necessidade de acabamento posterior.

Filamento HiPS

O HiPS (Poliestireno) (High impact Polystyrene) é um filamento termoplástico obtido por polimerização, de alta resistência ao impacto, e utiliza-se como material de suporte em impressões de ABS ou PLA. Como é um filamento mais ligeiro que o ABS pode-se imprimir a uma temperatura ligeiramente inferior, ou seja, 230ºC.

Dica: Para minimizar o efeito de deformação, a temperatura da camada base deve oscilar entre 90-110ºC.

O HiPS é resistente ao azeite/óleo, gorduras, mas não ao combustível e aos raios UV. A sua baixa condutividade eléctrica indica-o como isolante.

As peças produzidas podem receber um acabamento cromado ou pintado.

É um material indicado para realizar peças técnicas ligeiras e de alta qualidade.

Filamento PC

O que significa filamento PC? É um policarbonato a partir do qual se fabrica um filamento termoplástico convencional e que é considerado o mais forte utilizado na impressão 3D.

É um filamento cuja transparência pode ultrapassar os 90%, possui a capacidade de suportar temperaturas até 110°C, é extremamente durável e resistente ao impacto físico. De entre todos os termoplásticos é o que possui maior resistência ao impacto, sendo moderadamente flexível.

Dica: É indicada a sua utilização para a construção de peças resistentes, que tenham de manter inalterada a sua forma em ambientes de alta temperatura. A sua transparência torna-o essencial em projetos de iluminação ou telas.

Filamento Lay-PVA

O filamento Lay-PVA é um material solúvel em água, ideal para ser utilizado como material de suporte, por exemplo pontes de sustemtação. Nestes casos deve ser utilizado simultaneamente com outro filamento, nomeadamente ABS. Porquê? Depois de acabar a impressão 3D da peça basta mergulhá-la num recipiente com água fria ou quente durante umas duas horas para que este material de suporte, Lay-PVA, se dissolva totalmente e não fique rasto dele.

Filamento ABS

ABS (Acrionitrilo butadieno estireno), cujas características mais importantes são a alta resistência mecânica e térmica. Apresenta uma resistência química aceitável e baixa absorção à água e a sua superfície é de simples acabamento, por exemplo, com acetona pura.

Dica: Muito indicado para peças que tenham larga exposição solar e sujeitas a desgaste ou carga, como engrenagens e encaixes.

Filamento TPE

Passemos agora a um filamento com características opostas aos anteriores: o TPE. É feito de elastômero termoplástico com elevada flexibilidade, baixas densidade e dureza.

O uso do TPE ou TPU é indicado para objetos que estão sujeitos a muito desgaste e que necessitam de se dobrar, esticar ou comprimir, sendo que alguns chegam a um estiramento de 700% sem entrar em ruptura. De modo geral, estes filamentos trabalham numa faixa de temperatura de impressão entre os 225°C e os 235°C, mas não requer que a base seja aquecida. Não é adequado para um iniciante na impressão 3D, pois requer bastante experiência devido à dificuldade de manuseio.

Filamento PETG

O PETG, polietileno tereftalato modificado com glicol, é considerado por alguns como um bom meio-termo entre o PLA e o ABS, mais durável e flexível que o PLA, mais fácil de imprimir do que o ABS. É reciclável. Em suma, possui boa resistência mecânica e térmica, pelo que pode ter exposição solar.

Dica: É o único que pode entrar em contato com alimentos.

Madeira

Falemos agora dos filamentos criados a partir de fibras de madeira, pedra ou calcário aos quais se junta um polímero de união, surgindo filamentos ideais para peças com fins decorativos.

Estes filamentos de madeira e de cerâmica, que permitem criar qualquer peça, independentemente da forma (modelos, elementos decorativos, etc.), abrem inovadores segmentos de negócio ao facultarem tempos de fabrico e custos muito menores que os apresentados pelos métodos tradicionais sem perderem uma aparência e um acabamento realista.

Em suma, a impressora 3D Cbot C-D1 apresenta uma capacidade de impressão extraordinariamente versátil ao admitir uma grande variedade de filamentos. Se não quer ficar confinado a um só tipo de impressão 3D, então esta é a sua oportunidade. É seguramente um bom investimento! Adquira já!

 

Filed Under: Impressoras Tagged With: fabriprint, filamentos, impressora 3D

Dicas sobre Tampografia

3 Julho, 2019 by Helena Pereira

A tampografia é um processo que consiste em colocar, através de um tampão, tinta da matriz (cliché) na peça a personalizar.

É reconhecida como sendo a técnica mais apropriada para a “impressão” em objectos de pequena dimensão, irregulares, côncavos, convexos ou com superfícies não planas, mantendo uma boa qualidade de reprodução.

A Fabriprint possui uma vasta gama de produtos e equipamentos na área de impressão. Hoje explicamos-lhe tudo sobre tampografia e as suas vantagens. Conheça melhor este processo.

Qual a origem da Tampografia?
Apesar de origem incerta, pensa-se que o sistema tampográfico tenha surgido como uma evolução do tradicional carimbo, para dar resposta à necessidade dos relojoeiros suíços “imprimirem” em mostradores de relógios com grande precisão e minúcia.

Ao longo dos tempos, quer os materiais quer os métodos mudaram, mas o princípio básico da tampografia ainda é o mesmo: uma placa/chapa (cliché) é impressa em baixo relevo, sendo cheia com tinta; na etapa seguinte, o tampão em borracha de silicone (bloco) é pressionado nessa impressão em relevo, onde absorve a cor da imagem gravada; na última fase, o carimbo/tampão é pressionado sobre o objecto a imprimir.

Se, nos primórdios, a tampografia era utilizada principalmente como uma técnica de decoração, a sua aplicação alargou-se a outros sectores como a cosmética, eletrónica, calçado, automobilística, brindes, embalagens, eletrodomésticos, etc.

Que tintas devo usar?
Tintas Tampográficas, compostas por resina, pigmento e solvente. Devido à sua granulometria mais fina a aplicação destas tintas possui um resultado maior de cobertura. Para cada tipo de material existe um tipo de tinta que tem melhor resultado de aderência. É importante saber em que tipo de material vai imprimir para adequar melhor o tipo de tinta, em caso de dúvida pode realizar testes de aderência. Com a evolução do mercado das tintas, hoje já é possível usar tinta Tampográfica UV.

O princípio do funcionamento da tampografia é muito simples:

– A imagem, arte final, deve ser preparada cuidadosamente, pois dela depende em muito a qualidade da impressão;

– O fotolito é um filme transparente que serve como matriz para a gravação do cliché. No cliché (placa metálica ou polimérica) grava-se a imagem em baixo relevo, sobre a qual a tinta indelével é depositada, sendo depois recolhida por um tampão flexível.

Dica: Sugerimos que o fotolito tenha sempre o contorno do clichê marcado para um perfeito posicionamento

Vejamos o encadeamento de etapas na impressão:

1ª Arte final
2ª Fotólito
3ª Clichê

– Caso a “impressão” seja multicolor, o registo das cores deve estar perfeitamente determinado na imagem.

– A transferência da cor é feita através de um tampão flexível de borracha de silicone que se adapta facilmente a diferentes formas;

É possível obter um excelente resultado na quadricomia ao utilizar molduras nas placas (em particular as de fotopolímero), semelhantes às utilizadas na litografia.

Quais as vantagens na tampografia?

· Alta qualidade de impressão em grafismos e traços finos;

· Possibilita o trabalho em superfícies irregulares, côncavas, convexas e em degraus;

· Processo contínuo, sem necessidade de constantes paragens para acerto na qualidade de impressão, o que aumenta a produtividade;

· Índice mínimo de rejeição de peças e seu possível reaproveitamento, o que representa um ganho;

· Número extremamente elevado de ~”impressões” com o mesmo cliché, e possibilidade de impressão até 4 cores na mesma máquina.

Visite o nosso site e conheça toda oferta da Fabriprint para o segmento Tampografia. Se tiver questões fale com a nossa equipa de profissionais! Teremos todo o gosto em esclarecer.

Filed Under: Equipamentos Tagged With: fabriprint, sistema tampográfico, tampografia

Alargamento do Mercado da Impressão Directa (DTG)

28 Junho, 2019 by Helena Pereira

A Fabriprint está atenta aos sinais de evolução no mundo da impressão têxtil, razão pela qual voltamos a falar nos motivos para a crescente abrangência do mercado da impressão directa (DTG), ou seja, nos avanços tecnológicos marcantes dos últimos anos, estimulados pela criatividade sempre renovada do meio empresarial, que causaram a baixa nos preços das impressoras DTG.

Existem sinais que o sector da DTG está a entrar num novo ciclo, ou seja, está a aglutinar segmentos do mercado tão díspares quanto a estamparia em seda para alta-costura, pronto-a-vestir, decoração, o merchandising e comunicação.

A impressão digital directa (DTG) oferece um resultado com uma precisão quase cirúrgica e a sua durabilidade estende-se ao período de vida do têxtil. É, seguramente, uma grande inovação neste sector! Veja todas as vantagens desta técnica de impressão, aqui.

O digital trouxe uma maior flexibilidade, visto que promove uma melhor gestão de stock e facilita quer pequenas séries, quer a impressão “a pedido”, isto é, de unidades personalizadas.

Através desta tecnologia alcança-se a democratização da impressão sobre têxteis, sem a necessidade de apostar em grandes quantidades para obter preços competitivos. A consequência do exposto é o forte impulso à criatividade na indústria da moda, o que modela a tendência de consumo.

Colocamos então a seguinte questão: Como promover a utilização da impressão DTG, se o preço das impressoras é proibitivo? Será? Diríamos que já foi!

Actualmente, temos fabricantes que introduzem no mercado impressoras com qualidade competitiva a um preço acessível.

Vejam-se as FABRIJET A4 e FABRIJET A3. Estas impressoras para tecidos brancos e escuros foram criadas como uma alternativa mais económica para utilização em pequenos espaços comerciais ou empresas que pretendam iniciar um negócio nesta área, ou acrescentar ao já existente. Apresentam-se como duas excelentes soluções para quem procura qualidade a baixo custo.

Paralelamente, marcas de renome como a Epson, alteraram a sua política de preços para manterem a competitividade, tornando-os mais acessíveis.

O gestor de produto da Epson Europe, Neil Greenhalgh, revelou em 2018 na apresentação da SC-F2100: “A nossa primeira impressora de impressão directa em vestuário foi um grande sucesso, pelo que a sucessora enfrentava um grande desafio. No entanto, com a SC-F2100 conseguimos melhorar em cada domínio – é mais rápida, mais versátil e com maior qualidade, com software que facilita a criação dos seus designs exclusivos. E tudo isto conta com uma manutenção rápida e fácil, e um TCO direcionado mais reduzido.”.

Com este modelo, a Epson posiciona-se no mercado com uma impressora DTG de qualidade superior e a um preço desafiante. Poderá iniciar um negócio lucrativo, pois tem um “sócio” poderoso nesta impressora que alia a sua grande produtividade e facilidade de manuseio, a serviços eficazes de manutenção e suporte técnico prestados pela marca.

Quer admirar-se com o custo da EPSON SureColor SC-F2100? Contacte-nos e comprove-o!

Do ponto de vista técnico, a impressão DTG é uma tecnologia compatível com todos os suportes têxteis, seja linho, algodão, seda ou mesmo o poliéster, sendo que este último deverá passar por um pré-tratamento. Quanto às possibilidades de cores, estas são ilimitadas, tal como os gradientes e imagens complexas, mesmo que dispostas em sobreposição.

O aperfeiçoamento técnico proporciona uma fiabilidade de cores cada vez maior, o que permite a produção de trabalhos gradativamente mais complexos que exigem cores muito próximas ao original. Permite efectuar reproduções, diretamente no têxtil, de ilustrações com centenas ou até milhares de tons.

No entanto, como “nem tudo na vida são rosas”, existem diferenças a respeito da forma da impressão em fundos claros e fundos escuros. Passamos a explicar as suas diferenças:

  • A impressão em fundo claro é tão simples como imprimir um papel nas impressoras normais, com a diferença que aqui imprimimos directamente em têxtil. Portanto, colocamos um artigo com fundo claro directamente no tabuleiro do equipamento e mandamos imprimir.
  • Ao imprimir em fundo escuro, o processo não se desenvolve da mesma forma. Aqui somos obrigados a dar um pré-tratamento na área da impressão e deixamo-lo secar. Em seguida a primeira impressão é de uma camada de branco e, só a seguir, a impressão das outras cores.

Por estes motivos, o toque do têxtil fica diferente do das impressões em fundo branco.

Quanto às cores, exactidão e precisão, as impressões em fundo escuro ficam excelentes, com cores vívidas e gradientes fantásticos.

Este processo dá-se por concluído com a cura ou fixação das tintas de impressão através do calor emitido por uma prensa térmica.

Associado a tudo o que referimos anteriormente, devemos considerar que, por utilizar tintas à base de água, constitui uma forma mais ecológica de imprimir, o que representa um factor preponderante nas decisões que devemos tomar por um planeta mais sustentável.

Visite a nossa loja online, onde poderá encontrar uma vasta gama de equipamentos para impressão directa, DTG, desde EPSON, RICOH a FABRIJET.

Na Fabriprint estamos à disposição para ajudar no que for preciso, não hesite em contactar-nos!

Filed Under: Impressoras Tagged With: DTG, fabriprint, impressão direta

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